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1. ACADEMIA X REALIDADE:

E se estudantes de arquitetura, em colaboração com profissionais, pudessem pensar soluções para problemas e demandas reais e ainda viabilizar? O projeto propõe que a academia ultrapasse os limites teóricos e especulativos para a prática. O projeto de graduação desenvolvido aqui é uma resposta a uma demanda e uma cliente real, possibilitando a ponte entre academia e realidade, um estúdio de projeto com a responsabilidade do acerto para viabilização.

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2. MORADIA E GÊNERO:

O lar sempre foi visto e delegado sob os cuidados das mulheres, principalmente nas zonas rurais. No entanto, o planejamento e construção foram delegados aos homens. E se as mulheres as usuárias das casas desenvolvessem suas próprias casas? A criação da casa foi desenvolvida em colaboração com a usuária, a Jajja, e a pesquisa feita através da perspectiva de gênero. A viabilização do projeto – o processo construtivo – questionam os papéis de gênero através construção.


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3. ARQUITETURA PRODUTO X ARQUITETURA PROCESSO:

A Casa vista como um produto pode beneficiar uma família, mas e se a casa e todo o processo de concepção fosse abordada como um processo? O desenho e as tecnologias foram eleitas após uma imersão no local, compreendendo as possibilidades de recursos naturais e humanos de forma a respeitar a cultura e o meio, além de compartilhar inovação. A casa será uma escola de capacitação em construção para mulheres, beneficiando outras pessoas durante o processo.


 
 
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4. SUSTENTABILIDADE E REPLICABILIDADE:

O primeiro protótipo é a Casa de Jajja, no entanto a metodologia processual permite partilha de conhecimento para abordar demandas em outras zonas rurais do mundo de zonas climáticas semelhantes.  O projeto ainda visa a sustentabilidade e replicabilidade, de modo que as mulheres envolvidas possam dar continuidade gerando uma cooperativa e rentabilizando o processo.